Já faz nove meses que eu não atualizo o blog, mas não é porque eu não quero e sim porque prioridades maiores surgiram a ponto de eu ter deixado ele quase que totalmente de lado. Por todo esse tempo eu pensava nele e vivia planejando, pensando em ideias e projetos de postagens, mas atualizar e postar que é bom não.
Nesse mesmo tempo eu também não li nem cinco livros, só pra ter uma noção da situação. Eu sou muito viciada em livros e eu até agora li nem 10% do que eu planejei ler no ano.
Eu tive a intenção de todos os meses postar sobre um artista, um desenhista aqui. Eu amo desenho e pensei e comecei a falar de alguns artistas muito bons e que eu admiro muito o trabalho, mas como podem ver também não foi possível continuar com esse projeto, mas não significa que acabou.
Eu passei muitos meses longe da blogosfera, nem mesmo ler meus blogs favoritos eu não lia e todo mês eu sentia falta e saudade. Enfim essa falta de tempo acabou e apesar de em algum momento eu ter pensado em acabar o blog eu vi que não poderia e nem conseguiria larga-lo porque eu amo demais a blogosfera.
O que eu quero dizer com tudo isso é que eu voltei! Voltei com muitas ideias e projetos para
ele! E mesmo que me falte tempo eu darei um jeito, porque ser blogueira pra mim não é um trabalho e sim um hobby que eu havia esquecido que amava muito. Eu lembrei e eu voltei!
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terça-feira, 29 de novembro de 2016
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Morando Sozinha (Fran Guarnieri)
O Morando Sozinha nasceu no blog Morando Sozinha da Fran Guarnieri, onde em seu blog ela compartilha suas experiências de morar só, um sonho que ela realizou quando completou 18 anos e logo de cara percebeu que nem tudo era como ela imaginava.
A Fran fez o livro para ajudar as pessoas que assim como ela tem o sonho em ter sua independência financeira, sua própria casa, sua própria vida. No livro ela reúne todo o seu conhecimento ao longo desses anos morando só é dos conteúdos que ela foi fazendo para o seu blog.
Ela fala de casos e experiências sobre organização, os custos que se tem ao morar só, a reação da família, a escolha do imóvel, a mudança, como é dividir um apartamento, como é realmente ter sua moradia própria, a solidão e principalmente a sua vida financeira.
Realmente o mundo dos adultos não é algo fácil, mas com certeza deve ser prazeroso ter sua independência, viver pra você e ter aquele lugar pra chamar de seu. Eu assim como muita gente sonho em sair de casa e viver minha vida, mas eu sei que isso não é possível agora para mim e enquanto isso não ocorre eu vou economizando pro futuro, sem pressa e adquirindo conhecimento através dos outros.
Eu simplesmente amei o livro. Ele é lindo tanto por fora quanto por dentro. A Fran toca muito nessa tecla de organização e isso é algo que eu amo fazer. Acredito que organização é a chave para alcançar os objetivos que temos na vida, pois assim a gente traça um caminho para o que queremos e ela é super vidrada em organização e dessa forma ela tem um controle de toda sua vida.
A Fran fez o livro para ajudar as pessoas que assim como ela tem o sonho em ter sua independência financeira, sua própria casa, sua própria vida. No livro ela reúne todo o seu conhecimento ao longo desses anos morando só é dos conteúdos que ela foi fazendo para o seu blog.
Ela fala de casos e experiências sobre organização, os custos que se tem ao morar só, a reação da família, a escolha do imóvel, a mudança, como é dividir um apartamento, como é realmente ter sua moradia própria, a solidão e principalmente a sua vida financeira.
Realmente o mundo dos adultos não é algo fácil, mas com certeza deve ser prazeroso ter sua independência, viver pra você e ter aquele lugar pra chamar de seu. Eu assim como muita gente sonho em sair de casa e viver minha vida, mas eu sei que isso não é possível agora para mim e enquanto isso não ocorre eu vou economizando pro futuro, sem pressa e adquirindo conhecimento através dos outros.
Eu simplesmente amei o livro. Ele é lindo tanto por fora quanto por dentro. A Fran toca muito nessa tecla de organização e isso é algo que eu amo fazer. Acredito que organização é a chave para alcançar os objetivos que temos na vida, pois assim a gente traça um caminho para o que queremos e ela é super vidrada em organização e dessa forma ela tem um controle de toda sua vida.
Editora: Belas-Letras
Páginas: 160
Nota: 4/5
Nota: 4/5
terça-feira, 26 de maio de 2015
O Brasil Visto Por Olhos De Fora!
Essa semana eu li um texto muito interessante do Adam Smith, um londrino e blogueiro do blog "Para Inglês Ver", que passou seis meses no Brasil. O Adam fala das atitudes que ele vê dos brasileiros perante o Brasil.
É muito interessante o ponto de vista dele e agora compartilho o texto com vocês.
Tudo o que ele diz de fato é a verdade de muitos e principalmente dos jovens, poucos são aqueles que como a música, tem orgulho de ser brasileiro.
Acredito que se as pessoas viajassem mais, conhecem mais desse país lindo, elas o amariam. O Brasil é uma país maravilhosamente lindo, ele não se resume em apenas um país de futebol e carnaval, ele tem muito mais, tem uma natureza exuberante, música maravilhosa e bastante diversificada, arte e culturas belíssimas e com toda a certeza um povo alegre e simpático, afinal, quantas vezes você já conversou com pessoas que você nunca viu na vida em lugares como paradas de ônibus e até no próprio ônibus, shopping, parques e sabe se lá mais aonde.
É muito interessante o ponto de vista dele e agora compartilho o texto com vocês.
Pouco depois de chegar a São Paulo, fui a uma loja na Vila Madalena comprar um violão. O atendente, notando meu sotaque, perguntou de onde eu era. Quando respondi “de Londres”, veio um grande sorriso de aprovação. Devolvi a pergunta e ele respondeu: ‘sou deste país sofrido aqui’.
Fiquei surpreso. Eu – como vários gringos que conheço que ficaram um tempo no Brasil – adoro o país pela cultura e pelo povo, apesar dos problemas. E que país não tem problemas? O Brasil tem uma reputação invejável no exterior, mas os brasileiros, às vezes, parecem ser cegos para tudo exceto o lado negativo. Frustração e ódio da própria cultura foram coisas que senti bastante e me surpreenderam durante meus 6 meses no Brasil. Sei que há problemas, mas será que não há também exagero (no sentido apartidário da discussão)?
Tem uma expressão brasileira, frequentemente mencionada, que parece resumir essa questão: complexo de vira-lata. A frase tem origem na derrota desastrosa do Brasil nas mãos da seleção uruguaia no Maracanã, na final da Copa de 1950. Foi usada por Nelson Rodrigues para descrever “a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.
E, por todo lado, percebi o que gradualmente comecei a enxergar como o aspecto mais ‘sofrido’ deste país: a combinação do abandono de tudo brasileiro, e veneração, principalmente, de tudo americano. É um processo que parece estrangular a identidade brasileira.
Sei que é complicado generalizar e que minha estada no Brasil não me torna um especialista, mas isso pode ser visto nos shoppings, clones dos ‘malls’ dos Estados Unidos, com aquele microclima de consumismo frígido e lojas com nomes em inglês e onde mesmo liquidação vira ‘sale’. Pode ser sentido na comida. Neste “país tropical” tão fértil e com tantos produtos maravilhosos, é mais fácil achar hot dog e hambúrguer do que tapioca nas ruas. Pode ser ouvido na música americana que toca nos carros, lojas e bares no berço do Samba e da Bossa Nova.
Pode ser visto também no estilo das pessoas na rua. Para mim, uma das coisas mais lindas do Brasil é a mistura das raças. Mas, em Sampa, vi brasileiras com cabelo loiro descolorido por toda a parte. Para mim (aliás, tenho orgulho de ser mulato e afro-britânico), dá pena ver o esforço das brasileiras em criar uma aparência caucasiana.
Acabei concluindo que, na metrópole financeira que é São Paulo, onde o status depende do tamanho da carteira e da versão de iPhone que se exibe, a importância do dinheiro é simplesmente mais uma, embora a mais perniciosa, importação americana. As duas irmãs chamadas Exclusividade e Desigualdade caminham de mãos dadas pelas ruas paulistanas. E o Brasil tem tantas outras formas de riqueza que parece não exaltar…
Um dos meus alunos de inglês, que trabalha em uma grande empresa brasileira, não parava de falar sobre a América do Norte. Idealizou os Estados Unidos e Canadá de tal forma que os olhos dele brilhavam cada vez que mencionava algo desses países. Sempre que eu falava de algo que curti no Brasil, ele retrucava depreciando o país e dando algum exemplo (subjetivo) de como a América do Norte era muito melhor.
O Brasil está passando por um período difícil e, para muitos brasileiros com quem falei sobre os problemas, a solução ideal seria ir embora, abandonar este país para viver um idealizado sonho americano. Acho esta solução deprimente. Não tenho remédio para os problemas do Brasil, obviamente, mas não consigo me desfazer da impressão de que, talvez, se os brasileiros tivessem um pouco mais orgulho da própria identidade, este país ficaria ainda mais incrível. Se há insatisfação, não faz mais sentido tentar melhorar o sistema?
Destaco aqui o que vejo como um uma segunda colonização do Brasil, a colonização cultural pelos Estados Unidos, ao lado do complexo de vira-latas porque, na minha opinião, além de andarem juntos, ao mesmo tempo em que existe um exagero na idealização dos americanos, existe um exagero na rejeição ao Brasil pelos próprios brasileiros. É preciso lutar contra o complexo de vira-latas. Uma divertida, porém inspiradora, lição veio de um vendedor em Ipanema. Quando pedi para ele botar um pouco mais de ‘pinga’ na caipirinha, ele respondeu: “Claro, (mermão) meu irmão. A miséria tá aqui não!” Viva a alma brasileira!
Texto: Adam Smith
Tudo o que ele diz de fato é a verdade de muitos e principalmente dos jovens, poucos são aqueles que como a música, tem orgulho de ser brasileiro.
Acredito que se as pessoas viajassem mais, conhecem mais desse país lindo, elas o amariam. O Brasil é uma país maravilhosamente lindo, ele não se resume em apenas um país de futebol e carnaval, ele tem muito mais, tem uma natureza exuberante, música maravilhosa e bastante diversificada, arte e culturas belíssimas e com toda a certeza um povo alegre e simpático, afinal, quantas vezes você já conversou com pessoas que você nunca viu na vida em lugares como paradas de ônibus e até no próprio ônibus, shopping, parques e sabe se lá mais aonde.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Uma Blogueira Se Identificando Com Outra Blogueira!
Hoje eu li um texto simplesmente... lindo! rsrs
Primeiramente o texto foi feito no começo do ano pela blogueira Candy no seu site Trechy Teen. O texto fala basicamente a realidade da maioria da blogueiras do mundo, como eu já disse achei o texto lindo e não tenho vergonha nenhuma em dizer que me identifiquei, tenho certeza que muitas outras blogueiras tanto as que leram quanto as que não leram se identificaram ou identificariam.
No mundo existe milhões de blogs e milhares são feitos todos os dias, acontece que muitos desses blogs em pouco tempo são abandonados e muitas das blogueiras, acredito que a maioria, é exatamente do jeito que o texto descreve.
Não são todas as blogueiras que são "glamourosas", uma minoria é assim já a maioria é exatamente como o texto diz e isso não é crime nenhum. Eu gosto quando encontro blogs bons que não tem esse glamour todo, é meio que encontrar gente como a gente.
Lembre-se nem toda blogueira é glamourosa e isso não significa que ela seja uma má blogueira!
Primeiramente o texto foi feito no começo do ano pela blogueira Candy no seu site Trechy Teen. O texto fala basicamente a realidade da maioria da blogueiras do mundo, como eu já disse achei o texto lindo e não tenho vergonha nenhuma em dizer que me identifiquei, tenho certeza que muitas outras blogueiras tanto as que leram quanto as que não leram se identificaram ou identificariam.
A Blogueira que não era TOP!Como seria bom começar o dia na Starbucks, tirando fotos e publicando no instagram tudo de maravilhoso que tinha comprado, né não? Claro que não meu povo... Essa blogueira que não existe na verdade, mas mora em muitas casas do Brasil começava o dia com pão assado na manteiga e café com leite. Às 10 horas o cheiro do feijão já tomava conta da casa, e sua mãe com uma camisa de deputado do ano passado, molhada de tanto lavar roupa, perguntava se ela não iria tomar vergonha na cara e arrumar de vez o seu quarto, que mais parecia um lixão. Apesar desse clima logo pela manhã, as duas se amavam. Essa blogueira corria para o seu velho pc, o ligava e ia dar uma volta pela casa enquanto ele ligava, após isso, já ia checando seus comentários, olhando as redes sociais e visitava seus blogs preferidos. As vezes olhar esses blogs a deixava mal: ''POW CARA! Quando é que eu vou conseguir criar um design bonito assim?'' isso era realmente um desafio para ela, pois sempre que criava algo legal, ela conhecia um novo blog com um design incrível e já começava a achar seu blog ridículo perto daquele. Sabe, ela não podia de jeito algum mostrar sua coleção de maquiagem ou seu quarto, porque ela só tinha um resto de lápis de olho, um pó compacto quase acabando e um rímel perto de vencer, mas que quebrava um galho e velho, DAQUI que ela juntasse novamente dinheiro pra repor tudo... Já seu quarto tinha uma cama das antigas, parede toda lascada, um guarda-roupa com algumas portas quebradas e nada de quadros ou prateleiras com livros fofos. Os livros que ela tinha eram os da escola pública que não tinha devolvido, e também ninguém reclamou, então deixou por ali. Ela era engraçada, meio insegura, seu hobbie pela tarde era abrir no vagalume letras de suas músicas favoritas e cantá-las.
Peguei muito pesado? Sabiam que existem blogueiras assim? Opa, sua história parece com a dela? Não? Então vamos continuar... iPhone? Ela só via um quando passava nas lojas do shopping, e isso rezando pro preço baixar pra ela poder comprar um, mas pera, disseram pra ela que pra colocar músicas, baixar aplicativos dá muito trabalho, porque é tudo pago então talvez ela desista e prefira comprar um Galaxy, mas isso ainda não é certo. Quando estava com seus amigos as vezes soltava uns palavrões loucos e depois refletia se uma blogueira deveria se comportar assim, será que é preciso ser o que você não é, só pra manter uma imagem de doçura? Ela sabia a resposta, mas ainda assim restavam duvidas. Ela morria de medo de ser convidada para um festa muito chique pois não tinha roupa pra essas coisas. As vezes situações que ela vivia no dia a dia já viravam ideia para uma nova postagem, pena que nem sempre ela lembrava delas após chegar em casa. Sabe, a parte pior para ela era pensar as vezes que deveria ser uma pessoa perfeita para poder ser blogueira, o que não é verdade. Não ir com a cara de alguém é normal, não somos obrigados a gostar de todo mundo, não ter roupas TOP não é problema, a mágica está no teclado do pc, e o cabelo que precisa de uma progressiva? Ai meu Deus, quanto problema! Trabalhar numa loja de roupas é feio? OMG trabalhar é feio? Comer pão com ovo é feio?FEIO É ACHAR QUE SER NORMAL É FEIO. Para com essa desgraça! O Brasil é assim, se você não passou no vestibular vai ficar em casa de perna pra cima? Não velho, você vai estudar ou vai trabalhar! Se você é blogueiro e acha que precisa viver no mundo do Barney pra gerar conteúdo está enganado, blogueiro pra mim e pra essa blogueira que descrevi, é aquele que consegue mostrar pra esse país que com criatividade, bom humor e força de vontade consegue dar a volta por cima na vida, consegue ter uma auto estima melhor e viver bem. Não sei se essa blogueira vai conseguir 1000 visitas, só sei que um dia ela vai chegar até esse post e ver o lado legal de poder ter um pc seja ele qual for e falar o que é ser feliz de verdade.
Texto criado por: Candy do blog Trechy Teen
No mundo existe milhões de blogs e milhares são feitos todos os dias, acontece que muitos desses blogs em pouco tempo são abandonados e muitas das blogueiras, acredito que a maioria, é exatamente do jeito que o texto descreve.
Não são todas as blogueiras que são "glamourosas", uma minoria é assim já a maioria é exatamente como o texto diz e isso não é crime nenhum. Eu gosto quando encontro blogs bons que não tem esse glamour todo, é meio que encontrar gente como a gente.
Lembre-se nem toda blogueira é glamourosa e isso não significa que ela seja uma má blogueira!
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